Mas entre tabletes e simples e-readers é possível observar que as pessoas estão realmente aderindo a esta nova moda de mercado. A tecnologia está cada vez mais acessível à população e algumas empresas de mídia impressa vêm percebendo esta tendência que é refletida em alguns números que mostram baixas para esse mercado. Agora cabe a elas montar uma estratégia para se manter no mercado informatizado. O que se escuta muito quando falamos em mídia digital e a nova moda de tabletes e e-readers e a expressão: “É o fim do papel?”. Mesmo que na concepção de estudioso de mercado isto seja a longo prazo, está cultura depende de alguns incentivos e as empresas que produzem tais eletrônicos parecem estar dispostas a investir neste mercado e em parecerias para acelerar o processo de aderência.
Apesar de alguns estudos apontarem que os brasileiros lêem pouco e isto mostrar que a população não está habituada com leitura no seu dia-a-dia, do outro lado há pesquisas que mostram um aquecimento neste mercado e um eletrônico pode servir como incentivo. É uma questão a ser trabalhada. Porém a sempre a parte da população que está interessada em ler e não podemos esquecer esta fatia de mercado, eles são os principais alvos desta tecnologia.
Pensando em fins estudantis, escolas e universidades poderiam investir neste mercado por que sabemos o quão é desagradável ficar carregando apostilas e livros enormes e pesados sem falar na bagunça. Parcerias promocionais com tais instituições ou para pessoas que comprovassem estar estudando poderiam colocar mais lenha neste mercado. Tais atitudes poderiam estar mais acessíveis do que a aprovação do projeto UCA (Um Computador Por Aluno). Não criticando o projeto UCA, pois tem uma proposta interessante e algumas noticias levam a crer que ele está caminhando, mas a pergunta seria por que não começar com e-readers?
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